.
Com um ataque preciso das flautas e clarinetas a música se inicia.
Por um momento penso que todos ouvem as batidas do meu coração.
As cordas em silêncio respeitoso, aguardam o momento certo para juntarem-se à orquestra.
Enquanto conto as pausas e acompanho a evolução dos metais, minhas mãos apertam o violino e todo meu corpo estremece.
Meu Deus! Quão bela é a música de Wagner!
(...)
Nana Pereira
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Est enim amicitia nihil aliud nisi omnium
divinarum humanarumque
rerum cum benevolentia
et caritate consensio ...
Marco Túlio Cicero, De Amicitia
Pois a amizade nada mais é que o acordo perfeito,
acompanhado de benevolência e afeição,
de todas as coisas humanas e divinas…
trad. De Gilson César Cardoso de Souza
divinarum humanarumque
rerum cum benevolentia
et caritate consensio ...
Marco Túlio Cicero, De Amicitia
Pois a amizade nada mais é que o acordo perfeito,
acompanhado de benevolência e afeição,
de todas as coisas humanas e divinas…
trad. De Gilson César Cardoso de Souza
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
À Espera do Amado

Disse-me baixinho:
— Meu amor, olha-me nos olhos.
Ralhei-lhe, duramente, e disse-lhe:
— Vai-te embora.
Mas ele não foi.
Chegou ao pé de mim e agarrou-me as mãos...
Eu disse-lhe:
— Deixa-me.
Mas ele não deixou.
Encostou a cara ao meu ouvido.
Afastei-me um pouco,
fiquei a olhá-lo e disse-lhe:
— Não tens vergonha? Nem se moveu.
Os seus lábios roçaram a minha face.
Estremeci e disse-lhe:
— Como te atreves?
Mas ele não se envergonhou.
Prendeu-me uma flor no cabelo.
Eu disse-lhe:
— É inútil.
Mas ele não fez caso.
Tirou-me a grinalda do pescoço
e abalou.
Continuo a chorar,
e pergunto ao meu coração:
Porque é que ele não volta?
Rabindranath Tagore, in "O Coração da Primavera"
Tradução de Manuel Simões
— Meu amor, olha-me nos olhos.
Ralhei-lhe, duramente, e disse-lhe:
— Vai-te embora.
Mas ele não foi.
Chegou ao pé de mim e agarrou-me as mãos...
Eu disse-lhe:
— Deixa-me.
Mas ele não deixou.
Encostou a cara ao meu ouvido.
Afastei-me um pouco,
fiquei a olhá-lo e disse-lhe:
— Não tens vergonha? Nem se moveu.
Os seus lábios roçaram a minha face.
Estremeci e disse-lhe:
— Como te atreves?
Mas ele não se envergonhou.
Prendeu-me uma flor no cabelo.
Eu disse-lhe:
— É inútil.
Mas ele não fez caso.
Tirou-me a grinalda do pescoço
e abalou.
Continuo a chorar,
e pergunto ao meu coração:
Porque é que ele não volta?
Rabindranath Tagore, in "O Coração da Primavera"
Tradução de Manuel Simões
Assinar:
Postagens (Atom)








