quarta-feira, 23 de julho de 2008

HISTÓRIA DO CASAMENTO



















O ritual vem de Roma, mas foi na Inglaterra que a rainha Vitória, ousada para o seu tempo, inaugurou o casamento por amor e de branco.

A cerimonia de casamento, com noiva e culto religioso, nasceu na Roma antiga. Não se sabe ao certo em que ano, mas vêm de lá as primeiras notícias de mulheres vestirem-se especialmente para a ocasião. Prendiam flores brancas (símbolo de felicidade e longa vida) e ramos de espinheiro (afasta os maus espíritos) aos cabelos, além de se perfumarem com ervas aromáticas. Virou tradição. Desde então, o figurino da noiva ganhou novos símbolos, entre eles o véu, uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que na mitologia greco-romana era a protetora do lar. Não é por acaso que a cerimônia de casamento tenha nascido em Roma. Avançados para sua época, foram os romanos os primeiros a propor uma união “de direito”, instituindo a monogamia e a liberdade da noiva se casar espontaneamente, diante de juízes, testemunhas e com as garantias da lei.

Durante a Idade Média, as mulheres perderam terreno e escolher o noivo passou a ser uma questão de família. O casamento da época era decidido quando a menina tinha entre três e cinco anos. Neste período, o noivado tornou-se mais importante reunindo na igreja, além dos noivos, pais e convidados para troca de alianças em ofício religioso. Um embrião dos casamentos atuais.

Na era medieval, o vermelho foi a cor nupcial preferida. Simbolizava “sangue novo” para a continuação da família e numa celebração acompanhada de muito ouro. Parecido aos dias de hoje em que a suntuosidade indica o poder da família. Mas foi uma rainha, de nome Vitória, que na Inglaterra inaugurou o primeiro visual noiva, tal qual o de hoje. Apaixonada pelo primo, o príncipe Albert de Saxe-Cobourg-Gotha, ela tomou a iniciativa de pedi-lo em casamento (o protocolo de época dizia que ninguém poderia fazer tal pedido a uma rainha). Ele aceitou. Foi a primeira vez que se teve notícias de alguém casar por amor. Vitória foi mais ousada: acrescentou ao seu traje nupcial algo proibido para uma rainha da época - um véu (para provar sua identidade, em público, a soberana jamais se cobria). Nascia aí um costume que atravessaria o tempo e daria a Vitória o reconhecimento de trazer para a nossa época o amor, como sentimento básico para unir um homem e uma mulher. Com a chegada de uma nova classe social - a dos burgueses -, cria-se um código para sinalizar quando a mulher era virgem: casar de branco. Era a garantia ao futuro marido de sua descendência, já que a virgindade significava a legitimidade da prole.

Foto: Vinícius Matos

terça-feira, 22 de julho de 2008



























Mulher- peixe, filha do mar
Pente de ouro , espelho ,um véu
Amanhecer ou pôr-do-sol ?
Toma meu espelho e meu pente de ouro,
Esconda-os nas profundezas do mar
Cantarei docemente até que você adormeça.

Nana pereira

terça-feira, 10 de junho de 2008

Cinderela

Era uma vez no tempo dos reis e rainhas, uma linda menina que se chamava Cinderela.








 




Ela morava com uma madrasta.
A madrasta de Cinderela tinha duas filhas.
Essas irmãs de Cinderela eram duas moças muito egoístas e que não gostavam de trabalhar. Em casa, era Cinderela que tinha de fazer tudo.


Um dia Cinderela ajudou as irmãs a se vestirem para um grande baile.




Mas sua madrasta havia impedido Cinderela de ir ao baile, pois tinha afazeres domésticos para terminar. Delegou tanta coisa à Cinderela que ela jamais terminaria em tempo de ir ao baile.

Pobre Cinderela!

Seus amiguinhos, inconformados com a situação, se puseram a trabalhar, para confeccionar um lindo vestido para que Cinderela, pudesse ir ao baile também.




Sim, o vestido estava pronto e Cinderela podia ir ao baile, como suas irmãs.

Ela estava linda!


Mas, Cinderela não conseguiu terminar o seu serviço, portanto não iria ao baile, tão esperado!

De repente, do azul aparece sua madrinha para ajudá-la.



A madrinha de Cinderela agitou a varinha de condão.
Uma abóbora que havia na cozinha logo se transformou numa bela carruagem.























A roupa velha de Cinderela virou um vestido de cetim.
- Vá e se divirta - disse a velhinha.


- Mas trate de voltar para casa antes de bater meia-noite.
E Cinderela chega ao baile.
Logo o príncipe se encanta e a tira para dançar.
No palácio, a beleza e a simpatia de Cinderela conquistaram a todos. O príncipe dançou com ela muitas vezes.


O tempo passou depressa e, para surpresa dela, o relógio do palácio começou a bater meia-noite. Cinderela logo se lembrou do aviso da madrinha.
Assustada, Cinderela fugiu correndo,
mas deixou cair um pequenino sapato de vidro.






























O príncipe pegou o sapato e decidiu que havia de casar com a sua dona que havia conquistado o seu coração.
O príncipe procurou por todo o reino.
Finalmente chegou à casa onde morava Cinderela.
As irmãs experimentaram calçar o sapato, mas seus pés eram grandes demais.
Até que chegou a vez de Cinderela, depois de muito custo pois a madrasta havia trancado Cinderela.
Mas com a ajuda de seus amiguinhos,
ela consegue chegar a tempo de poder provar o sapatinho.
O sapato deu 
certinho no pé de Cinderela. Vibrando de alegria, o príncipe pediu Cinderela em casamento.
E viveram felizes para sempre.

A estrelinha feliz

















Uma estrelinha vivia no céu muito lindo.
 



Ela era muito minha amiga, queria dançar e viver como uma bailarina. 




daí, ela resolveu dançar um ballet para seus amigos.
 




Todos acharam maravilhoso e quiseram ser uma turma de estrelinhas bailarinas.



 E  assim terminou a história.