terça-feira, 27 de janeiro de 2009



























A todo momento, passamos por experiências e somos levados a fazer escolhas, sem conhecer o futuro. A tendência é ficar com o que parece "lógico", fugindo das revoluções. Mas justamente aquilo que parece difícil, ou até impossível, é o que nos faz sentir mais vivos. E o que seria da vida sem os riscos? Por isso eu mergulho. Sou uma escafandrista até o fim. Muitas vezes, no fundo, vejo estrelas do mar que jamais se revelariam num mundo de superfícies.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Os sete pecados capitais

Certo dia, um casal ao chegar do trabalho encontrou algumas pessoas dentro de sua casa.
Achando que eram ladrões, marido e mulher ficaram assustados, mas um homem
forte e saudável, com corpo de halterofilista disse:
- Calma pessoal, nós somos velhos conhecidos e estamos em toda parte do mundo.
- Mas quem são vocês? - pergunta a mulher.
- Eu sou a preguiça - responde o homem másculo.
- Estamos aqui para que vocês escolham um de nós para sair definitivamente
da vida de vocês.
Como pode você ser a preguiça se tem um corpo de atleta que vive malhando
e praticando esportes? - indagou a mulher.
A preguiça é forte como um touro e pesa toneladas nos ombros dos preguiçosos.
Com ela, ninguém pode chegar a ser um vencedor.
Uma mulher velha curvada, com a pele muito enrugada, que mais parecia uma bruxa diz:
- Eu, meus filhos, sou a luxúria.
- Não é possível! - diz o homem
- Você não pode atrair ninguém com essa feiúra.
- Não há feiúra para a luxúria, queridos. Sou velha porque existo há muito tempo entre os homens. Sou capaz de destruir famílias inteiras,
perverter crianças e trazer doenças para todos, até a morte.
Sou astuta e posso me disfarçar na mais bela mulher.
E um mau-cheiroso homem, vestindo roupas maltrapilhas, que mais parecia um mendigo, diz: - Eu sou a cobiça, por mim muitos já mataram, por mim muitos abandonaram famílias e pátria.
Sou tão antigo quanto a luxúria, mas eu não dependo dela para existir.
- E eu, sou a gula, diz uma lindíssima mulher com um corpo escultural e cintura finíssima.
Seus contornos eram perfeitos, e tudo no corpo dela tinha harmonia de forma e movimentos. Assustam-se os donos da casa, e a mulher diz: - Sempre imaginei que a gula seria gorda.
- Isso é o que vocês pensam! - responde ela.
- Sou bela e atraente, porque se assim não fosse, seria muito fácil livrarem-se de mim.
Minha natureza é delicada, normalmente sou discreta, quem tem a mim não se apercebe, mostro-me sempre disposta a ajudar na busca da luxúria.
Sentado em uma cadeira num canto da casa, um senhor, também velho, mas com o semblante bastante sereno, com voz doce e movimentos suaves, diz:
- Eu sou a ira. Alguns me conhecem como cólera. Tenho muitos milênios também.
- Não sou homem, nem mulher, assim como meus companheiros que estão aqui.
- Ira? Parece mais o vovô que todos gostariam de ter! - diz a dona da casa.
- E a grande maioria me tem! - responde o vovô.
- Matam com crueldade, provocam brigas horríveis e destroem cidades quando me aproximo. Sou capaz de eliminar qualquer sentimento diferente de mim, posso estar em qualquer lugar e penetrar nas mais protegidas casas. Pareço calmo e sereno para mostrar-lhes que a Ira pode estar no aparentemente manso.
Posso também ficar contido no íntimo das pessoas sem me manifestar,
provocando úlceras, câncer e as mais temíveis doenças.
- Eu sou a inveja. Faço parte da história do homem desde a sua criação - diz uma jovem que ostentava uma coroa de ouro cravada de diamantes, usava braceletes de brilhantes e roupas de fino pano, assemelhando-se a uma princesa rica e poderosa.
- Como inveja, se é rica e bonita e parece ter tudo o que deseja?- diz a mulher da casa.
- Há os que são ricos, os que são poderosos, os que são famosos e os que não são nada disso, mas eu estou entre todos.
A inveja surge pelo que não se tem e o que não se tem é a felicidade.
Felicidade depende de amor, e isso é o que de mais carece a humanidade...
Onde eu estou, está também a tristeza.
Enquanto os invasores se explicavam, um garoto, que aparentava cerca de cinco a seis anos, brincava pela casa. Sorridente e de aparência inocente, característica das crianças, sua face de delicados traços mostravam a plenitude da jovialidade, olhos vívidos...
- E você, garoto, o que faz junto a esses que parecem ser a personificação do mal?
O garoto responde com um sorriso largo e olhar profundo: - Eu sou o orgulho.
- Orgulho? Mas você é apenas uma criança! Tão inocente como todas as outras.
O semblante do garoto tomou um ar de seriedade que assustou o casal, e ele então diz:
- O orgulho é como uma criança mesmo, mostra-se inocente e inofensivo, mas
não se enganem, sou tão destrutível quanto todos aqui, quer brincar comigo?
A preguiça interrompe a conversa e diz:
- Vocês devem escolher quem de nós sairá definitivamente de suas vidas.
Queremos uma resposta. O homem da casa responde:
- Por favor, dêem dez minutos para que possamos pensar.
O casal se dirige para seu quarto e lá fazem várias considerações.
Dez minutos depois retornam. - E então? - pergunta a gula.
- Queremos que o orgulho saia de nossas vidas.
O garoto olha com um olhar fulminante para o casal, pois queria continuar ali.
Porém, respeitando a decisão dirige-se para a saída. Os outros, em silêncio,
iam acompanhando o garoto quando o homem da casa pergunta:
- Ei! Vocês vão embora também?
O Menino, agora com ar severo e com a voz forte de um orador experiente, diz:
- Escolheram que o orgulho saísse de suas vidas e fizeram a melhor escolha.
P O R Q U E:
Onde não há orgulho, não há preguiça pois os preguiçosos são aqueles que se orgulham
de nada fazerem para viver, não percebendo que na verdade vegetam.
Onde não há orgulho, não há luxúria, pois os luxuriosos têm orgulho de seus corpos
e julgam-se merecedores.
Onde não há orgulho, não há cobiça pois os cobiçosos têm orgulho das migalhas
que possuem, juntando tesouros na terra e invejando a
felicidade alheia, não percebendo que na verdade são instrumentos do dinheiro.
Onde não há orgulho, não há gula, pois os gulosos se orgulham de suas condições e
jamais admitem que o são, arrumam desculpas para justificar a gula, não percebendo
que na verdade são marionetes dos desejos.
Onde não há orgulho, não há ira, pois os irosos com facilidade destroem aqueles que,
segundo o próprio julgamento, não são perfeitos, não percebendo que na verdade
sua ira é resultado de suas próprias imperfeições.
Onde não há orgulho, não há inveja, pois os invejosos sentem o orgulho ferido ao verem
o sucesso alheio seja ele qual for; precisam constantemente superar os demais nas
conquistas, não percebendo que na verdade são ferramentas da insegurança.
Saíram todos sem olhar para trás e, ao baterem a porta, um fulminante raio de luz invadiu o recinto.

(desconheço a autoria)

Curiosidades sobre o dia do casamento




























Carregar a noiva no colo

Algumas tradições acreditam em mau agouro, se a noiva cair à entrada da casa.
Outras falam em azar se ela entrar com o pé esquerdo.
Se o noivo levá-la no colo, evita esses dissabores. Uma explicação alternativa para o fato é que os anglo-saxões costumavam roubar a noiva e carregá-la nas costas. É desse povo o costume de a noiva ficar do lado esquerdo do noivo. Como ele tinha medo do ataque de dragões e inimigos, deveria ter o braço livre para sacar a espada e proteger sua amada.

Buquê

Na Grécia e na Roma antigas, o alvo preferido das solteiras não era apenas flores, mas também ervas e temperos.
Alguns buquês eram feitos de alho para espantar os maus espíritos. As flores tinham significados próprios: a hera representava fidelidade; o lírio, a pureza; as rosas vermelhas, o amor; violetas, a modéstia; não-te-esqueças de mim, o amor verdadeiro.
Flores de laranja trariam fertilidade e alegria ao casal.

Aliança

O costume de usar aliança para honrar um contrato de casamento surgiu em Roma. Para os egípcios, representava a eternidade. Os gregos a faziam de ferro imantado, pois acreditavam que assim poderiam atrair o coração humano. Como tradição cristã, teria surgido no século XI, quando o anel era colocado no terceiro dedo da mão esquerda, pois acreditava-se que havia comunicação direta desse dedo com o coração por meio de uma veia. Representa fidelidade e a unidade perfeita, sem começo e sem fim.

Vestido de noiva

O primeiro vestido branco foi adotado pela Rainha Vitória, no século XIX, quando se casou com seu primo, o príncipe Albert. O pedido de casamento foi feito pela apaixonada noiva, já que homem algum poderia se atrever a fazer tal proposta a uma rainha. Na antiga China e na Idade Média as noivas cobriam-se de vermelho, pois era a cor do amor.

Véu

Os grego acreditavam que a noiva, ao cobrir o rosto, estava protegida do mau olhado das mulheres e da cobiça dos homens. Também tinha um significado especial para a mulher: separava a vida de solteira da de casada e futura mãe.

Grinalda

Distingue a noiva do resto dos convidados. É ainda símbolo de status e riqueza. Quanto mais luxuosa, mais poderosa é sua dona.

Bolo

Os romanos faziam bolos com farinha, sal e água. Eles costumavam partir uma fatia na cabeça da noiva para garantir sua fertilidade. Por volta do ano 1500, na Alemanha, os mestres confeiteiros começaram a fazer receitas de mais de 2 metros de altura cobertas com açúcar. As peças se tornaram em pouco tempo o centro das atenções nos banquetes. A França aprimorou a técnica, inventando bolos que imitavam templos, palácios e animais. Reparti-lo também representa o partilhar de uma vida comum.

Chuva de arroz

Há 4 mil anos, na China, o arroz era tido como símbolo de fartura e já era costume jogar alguns grãos sobre os noivos após a cerimônia. Conta-se que um poderoso mandarim quis mostrar sua riqueza e realizou o casamento de sua filha sob uma verdadeira chuva de arroz.

Chá de cozinha

Segundo uma lenda holandesa, um moleiro pobre era apaixonado por uma rica donzela. Para ajudá-lo, seus amigos se reuniram e ofereceram a eles itens para a nova casa. Assim nasceu o famoso chá de cozinha.
Lua-de-mel

Na antiga Roma, o povo espalhava gotas de mel na soleira da casa dos recém-casados. Entre os povos germanos, era costume casar na lua nova, e os noivos levavam uma mistura de água e mel para beber ao luar. Daí nasceu a expressão.

Beijo

Muitas culturas acreditavam que quando os casais se beijavam no final da cerimônia, suas almas também eram compartilhadas.

Cortar a gravata do noivo

É uma forma engraçada de levantar um dinheiro extra para os noivos. Padrinhos ou amigos vendem os pedacinhos da gravata em troca de uma pequena contribuição financeira.

Usar uma coisa velha, nova, emprestada e azul no dia da cerimônia
A tradição surgiu na época Vitoriana. Geralmente, a coisa velha é uma jóia de família, um lenço ou o véu da mãe ou da avó. A coisa nova - o vestido, serve para trazer sorte. A emprestada tem que pertencer a uma esposa feliz. A azul representa pureza e fidelidade.

Moeda no sapato da noiva

Esse antigo costume servia para acalmar a deusa Diana. Segundo crenças, ela ficava nervosa quando uma mulher perdia a virgindade. A moeda servia para lhe esfriar os ânimo.

De bem com a vida

Para estar de bem com a vida,
use esta receita.
Dentro do seu coração.
Coloque algumas colheres
bem cheia de Amor.
O quanto for necessário.

Acrescente

muitas pitadas de Carinho,

quanto mais, melhor

Coloque várias

gotas de sinceridade.

E complete tudo com

uma chuva de perdão e

compreensão.

Misture tudo muito bem.

Usar essa receita diariamente.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009




















Conta uma antiga lenda que as pérolas nasceram do amor entre os raios prateados do luar e o orvalho da noite.

Romã




Quando abrimos uma romã , ela mostra por completo suas sementes doces, nada fica escondido aos nossos olhos.
É como se fosse um coração aberto ao amor , sem pudor.

Nana Pereira

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Poema Azul


























Este poema é azul,
Azul, azul como um lago
E azul também como o céu
Flor de raízes azuis
Aberta em música azul
Este poema é azul,
Azul, azul – porque é teu!
tão e somente "AZUL"...